Para descontrair, segue trecho do livro de Sérgio Cortella (Qual é a tua obra?):
Pensemos em uma criança que entrou este ano na primeira série do Ensino Fundamental no mês de fevereiro, nas redes estaduais ou municipais de ensino, com seis para sete anos de idade para ser alfabetizada por nós.
Essa criança que entrou agora, no mês de fevereiro, na primeira série do Ensino Fundamental, que uma parte de nós aqui fez com o nome de primário, uma outra, como ensino de primeiro grau, - atenção! - antes de assistir a qualquer aula nossa, independente da camada social a que ela pertença, já tinha assistido a cinco mil horas de televisão.
Calcula-se que uma criança assista em média a três horas de TV por dia, a partir dos dois anos de idade. Isso significa mil horas por ano. Portanto, dos dois até os sete anos de idade, quando ela entra formalmente no nosso sistema para alfabetização, já assistiu a cinco mil horas de televisão.
Ela assistiu ao "Discovery", ao "National Geographic", viu filme pornográfico e propaganda, assistiu ao noticiário, viu os atentados em Nova York, viu tudo o que se tem... Aprendeu uma série de coisas do nosso cotidiano. Aí, no primeiro dia de aula, ela entra na escola, senta na nossa sala e fica quietinha, e nós começamos a aula dizendo: "A pata nada." Quase que ela se levanta e diz assim: "Leve-me ao seu líder!".
Do que eu estou falando aqui? Estou falando de algo que tem um peso forte no nosso cotidiano. Cuidado, então, professores. Muitas vezes, nós estamos lidando em educação, seja em que nível for,desde o Ensino Fundamental até o de pós-graduação, dizendo: "A pata nada."
Pensemos em uma criança que entrou este ano na primeira série do Ensino Fundamental no mês de fevereiro, nas redes estaduais ou municipais de ensino, com seis para sete anos de idade para ser alfabetizada por nós.
Essa criança que entrou agora, no mês de fevereiro, na primeira série do Ensino Fundamental, que uma parte de nós aqui fez com o nome de primário, uma outra, como ensino de primeiro grau, - atenção! - antes de assistir a qualquer aula nossa, independente da camada social a que ela pertença, já tinha assistido a cinco mil horas de televisão.
Calcula-se que uma criança assista em média a três horas de TV por dia, a partir dos dois anos de idade. Isso significa mil horas por ano. Portanto, dos dois até os sete anos de idade, quando ela entra formalmente no nosso sistema para alfabetização, já assistiu a cinco mil horas de televisão.
Ela assistiu ao "Discovery", ao "National Geographic", viu filme pornográfico e propaganda, assistiu ao noticiário, viu os atentados em Nova York, viu tudo o que se tem... Aprendeu uma série de coisas do nosso cotidiano. Aí, no primeiro dia de aula, ela entra na escola, senta na nossa sala e fica quietinha, e nós começamos a aula dizendo: "A pata nada." Quase que ela se levanta e diz assim: "Leve-me ao seu líder!".
Do que eu estou falando aqui? Estou falando de algo que tem um peso forte no nosso cotidiano. Cuidado, então, professores. Muitas vezes, nós estamos lidando em educação, seja em que nível for,desde o Ensino Fundamental até o de pós-graduação, dizendo: "A pata nada."
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