quinta-feira, 10 de abril de 2014

Exame de Sangue

Ontem fomos tirar sangue. Na realidade o Rafa foi tirar sangue, eu só fui de acompanhante.

Chegamos na clínica, o Rafa jogando no meu celular - minion rush, muito legal - enquanto esperávamos para fazer o exame.

Chamaram o Rafa. Entramos. O Rafa já ficou cabreiro, mas não desgrudou do celular. O enfermeiro viu a veia de um braço, viu do outro e o Rafa jogando.

Daí o enfermeiro chamou uma outra enfermeira, porque alguém teria que segurar o braço dele (que estava sentado no meu colo, jogando). Quando colocaram a agulha, o Rafa esqueceu o jogo, abriu um chororô danado, mas não puxou o braço nem nada do tipo, só chorou. Olhava pra mim como quem fala: Pô pai, faz alguma coisa. Mas o que eu podia fazer era apenas sofrer com ele.

Me lembro de quando eu tinha que tomar injeção quando era criança. Vivia doente em São Paulo, por conta da minha garganta. Lembro como doia.

Hoje agulhas não exercem em mim o mesmo terror. A não ser quando aplicadas neles.

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